Sinopse Um Conto de Natal (A Christmas Carol), de Charles Dickens (1812-1870), estará entre as histórias mais difundidas da literatura ocidental. O enredo traz-nos a figura de Scrooge, um rabugento homem de negócios de Londres, sovina e solitário, que não demonstra compaixão para com os outros. Ele é visitado, na época de Natal, pelo fantasma de Marley, o seu sócio, morto há algum tempo. Esta visita vai mudar a sua vida. |
sábado, 17 de dezembro de 2011
Sugestão de leitura
Deixo aqui uma ligação para aceder a 1 ebook gratuito: "Um conto de Natal", de Charles Dickens.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
MÚSICA É FADO
Há já alguns anos que o fado vem mostrando que é um género musical atual e com uma grande capacidade de renovação: veja-se a quantidade de novos autores e de autores novos (incluindo a composição e a interpretação).
A salientar, ainda:
O Festival de Fado, dia 10 e 11, em Portimão.
O álbum "Fado", o primeiro da cantora Carminho, editado no mercado britânico e eleito como um dos dez melhores discos de 2011.
Ver mais em: http://aeiou.visao.pt/
Este caminho que o fado tem percorrido foi agora consagrado com a classificação de Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO.
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| In http://aeiou.visao.pt |
Esta distinção só foi possível devido à paixão (e ao trabalho) de muitos por uma forma de expressão e de cultura que é só nossa e que nos distingue a nível internacional. Ela conseguiu impor-se porque é genuína, faz parte do nosso código “genético e social”.
Talvez esta forma de expressão e de cultura possa ser um exemplo para a nossa afirmação e realização no presente.A salientar, ainda:
O Festival de Fado, dia 10 e 11, em Portimão.
O álbum "Fado", o primeiro da cantora Carminho, editado no mercado britânico e eleito como um dos dez melhores discos de 2011.
Ver mais em: http://aeiou.visao.pt/
sábado, 10 de dezembro de 2011
10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos
Neste dia deixo aqui uma ligação para umebook gratuito sobre direitos humanos, em português.
Aproveito para informar os nossos leitores que foi criada uma secção da Amnistia Internacional na Escola Secundária de Peniche.
Boas leituras.
Aproveito para informar os nossos leitores que foi criada uma secção da Amnistia Internacional na Escola Secundária de Peniche.
Boas leituras.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
"À conversa com...a Dr.a Sara Lino"
"À conversa com...a Dr.a Sara Lino"
Ação realizada no dia 30 de novembro, pelas 10:05 h (sala 104), para as turmas 1.º CPAS e 2.º CPA. Além dos aspetos associados à profissão de médica foram contemplados assuntos associados às doenças infeciosas. Foi dada particular relevância à SIDA, sendo também uma forma de assinalar o "Dia mundial de luta contra a Sida", na Escola Secundária de Peniche.
Às 11:45 h do mesmo dia (auditório), a Dr.a Sara Lino participou numa sessão promovida pelos professores da disciplina de Formação Cívica, no âmbito da Educação para a Saúde e Sexualidade. A ação foi moderada pela professora Ana Varela e contou com a participação das turmas 10.º CE1, 10.º CT1, 10.º CT2, 10.º CT3 e 10.º LH1.
A Escola Secundária de Peniche agradece a disponibilidade demonstrada pela Dr.a Sara Lino para participar nas sessões referenciadas.
Nota: A Dr.ª Sara Lino, antiga aluna da Escola Secundária de Peniche, exerce funções no Serviço de Doenças Infeciosas, Hospital de Curry Cabral e na Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), do mesmo hospital.
Mais algumas fotos...
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Outubro mês da biblioteca escolar

Transcrição da entrevista
«Radar – Entrevista in Visão de 20 deOutubro de 2011
Teresa Calçada
“Ninguém nasce leitor”
Uma revolução silenciosa ocorre hojenas escolas, graças às bibliotecas escolares e aos professores bibliotecários.Portugal conseguiu pela primeira vez, em 2010, atingir a média dos países daOCDE em literacia de leitura. No Mês Internacional da Biblioteca Escolar,Teresa Calçada, coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) desde 1996,comissária adjunta do Plano Nacional de Leitura (PNL), deita contas à actividadesdas 2277 escolas integradas na RBE, que servem 1,1 milhões de alunos.
O que é hoje uma Biblioteca Escolar?
É, como sempre foi, um lugar deprocura de saber. Mas hoje o que se procura, o que se encontra, o modo como seopera para encontrar, as tecnologias que usamos, não são apenas a tecnologia dolivro – temos recursos em suporte papel e em suporte digital. E as bibliotecasescolares são também os professores bibliotecários. São eles os orientadores,quem transmite aos miúdos uma consciência dos méritos e das vantagensacrescidas, mas não escondendo os seus perigos – no sentido da ilusão de quetudo o que está na internet é verdadeiro. A era da web não pode viver só da destreza, tem de viver de competências quenão são inatas. Nenhum leitor nasce leitor. E isso é válido tanto para atecnologia do livro como para o ambiente digital. Os leitores fazem-se comtrabalho, com produção, com prática continuada.
Segundo o último estudo do PNL, ointeresse dos jovens pela leitura aumentou e 52, 4 % consideram-na agora muitoimportante. As bibliotecas escolares tiveram um papel nessa mudança de atitude?
Quero crer que sim. O estudo demonstraque há um trabalho de retaguarda da Rede de Bibliotecas Escolares, que há maismiúdos a frequentá-las, uma melhor qualificação e que a oferta se vem adequandoaos tempos. Costumo dizer que as bibliotecas escolares são uma espécie detosco, são a infraestrutura, e o PNL, uma espécie de supraestrutura, que trouxeuma narrativa construída para divulgar a leitura como um bem, valorizá-lasocialmente, torná-la uma imagem de marca. Os miúdos habituam-se a que “LeR+”não é uma coisa “cota”, os pais associam “LeR+” a uma marca de qualidade, eisso trouxe, objectivamente, como verifica este estudo, uma valorização daleitura.
O que é ler com competência?
Primeiro, é ganhar o código deleitura. Tal como andar de bicicleta ou nadar, o que exige tempo e persistência.Depois, é necessário ter mecanismos para perceber o que os miúdos, mesmo lendocom destreza, não enendem porque ler é interpretar. Muitos meninos acabam o 4ºano sem essa competência bem cimentada. Estão condenados a serem maus leitores,logo maus alunos, em muitos casos reproduzindo a exclusão que transportavam àentrada da escola. Os estudos do PISA demonstram que em Potugal a escola éinclusiva, e a biblioteca ajuda também nesse trabalho. Tendo em conta quequando entra na escola um menino de uma família mais letrada está logocondenado a ler melhor porque tem o triplo do vocabulário de outra criança defamílias menos letradas, percebe-se a importância do trabalho da escola e dabiblioteca.
Em época de crise, o papel dasbibliotecas é ainda mais importante?
Acho que sim. Falamos sempre dasbibliotecas como locais de inclusão, quer pelos recursos que têm quer pelofacto de quem as governa desempenhar um trabalho que muitas vezes as famíliasnão fazem porque não sabem ou porque não podem. Quanto mais vivemos no mundo dainformação (e hoje a atravessar momentos de menor abundância), mais asbibliotecas, como lugar de abundância, devem ser usadas em rede. Tenhoconsciência de que, no caso das bibliotecas escolares, o que verdadeiramentefaz a diferença é ter lá pessoas que governam as bibliotecas. Se assim não for,são subaproveitadas. »
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