sexta-feira, 22 de março de 2019

Semana da Leitura "#LeiturasEmRede"





Ao longo da semana, decorreram diversas atividades de leituras partilhadas em sala de aula, conversas na tela, bem como as exposições de bestiários (12.º AV), de ilustrações do 10.º AV, de livros de Raul Brandão e  livros/documentários  alusivos ao  centenário de Sophia de M. B. Andresen na BE/CRE.




























Segunda-feira (11/03), decorreu a atividade Toc’a Ler, às 11:00h, toque para leitura silenciosa, envolvendo toda a comunidade escolar. Ler implica silêncio, foco, um tempo lento. Ou seja, o contrário do que sucede com os nativos digitais. Por conseguinte, apelámos, ainda que simbolicamente, a que toda a comunidade escolar escolhesse um livro do seu agrado e dedicasse 10 minutos à leitura.















































Terça-feira (12/03), às 10:20h - Leituras improváveis: a personagem da minha vida – atividade que se revelou deveras interessante, pois envolveu professores, assistentes operacionais e alunos. Os primeiros apresentaram algumas das personagens da sua vida, acabando por revelar também as suas leituras favoritas.
Às 11:20 - Diálogo Multicultural, em que uma aluna tailandesa do 11.º CT2 apresentou a sua cultura, costumes, hábitos e tradições, de forma muito dinâmica e pragmática, em língua inglesa.
Quarta-feira (13/03, às 10:20h - Aventuras de bestiários... (Escola do Alemão e 12.º AV) que consistiu  na apresentação dos bestiários ou animalários dos alunos do 12.º AV aos meninos do 3.º ano da Escola do Alemão, produzindo, estes,  em seguida, uma ilustração e uma história escrita. A interação entre estes dois grupos etários resultou em pleno.



Às 14:30h - Worshop de animação de leitura (Ilda Lopes – ESTM e 3.º TAT). Esta atividade teve como objetivos reforçar as atividades em articulação com a ESTM, promover a animação do livro e da leitura como meio de desenvolvimento e reforço de competências de literacia(s); promover a criatividade e desenvolver a imaginação e partilhar o prazer de ler e o gosto pelas histórias como uma forma não apenas de lazer, mas, sobretudo, de auto e hetero-conhecimento.















Quinta-feira (14/03),  às 10:20h - Lê pra mim - leituras expressivas por alunos do 3.º TAT, do 12.º LH2 e pela prof.ª Fernanda Lopes  em vários espaços da escola.




Às 14:20h- Rostos da escrita: à conversa com João Pinto Coelho – Neste colóquio, o escritor falou do flagelo que foi o Holocausto e resumiu brevemente cada um dos seus livros. O auditório ficou suspenso a ouvir os horrores desta tragédia que aconteceu historicamente “ontem”.
Sexta-feira (15/03), às 11:20 - Redes e (en)redos  - cada aluno participante assumiu uma personagem do seu agrado e leu um excerto adaptado da obra Viagem a Portugal, de José Saramago. Simultaneamente lúdica e pedagógica, esta iniciativa divertiu e “enredou” os participantes. O aluno vencedor (3.º TAT) interpretou um emigrante francês de férias em Portugal.
































No dia 21, às 14:20h, decorreu a atividade “Raul Brandão no Revelim”, que consistiu numa caminhada efetuada pelas turmas 11.º CT1 E CT2 até ao Revelim dos Remédios, onde os professores responsáveis pelo programa Eco-Escolas, EpS e a professora de Português enquadraram a atividade e apresentaram a vida e obra do autor, seguindo-se a leitura de excertos da obra “Os Pescadores”, intercalada com momentos musicais e de canto. No final houve um convívio salutar.


A equipa da biblioteca agradece a toda a comunidade escolar, especialmente aos alunos do 10 e 12.º AV, do 3.º TAT e do 3.º TM. A todos, votos de Boas Leituras!

À conversa com o realizador Luís Filipe Rocha

No dia 1 de fevereiro, às 10:20h recebemos o realizador Luís Filipe Rocha para conversar com alunos de 12.º ano sobre o filme "A Outra Margem", previamente visualizado por todas as turmas envolvidas na atividade, que resultou de um trabalho colaborativo da BE/CRE com os professores de Português, Psicologia e Sociologia.


A conversa iniciou-se com  perguntas, por parte dos alunos, colocando estes a tónica sobre a personagem "Vasco", "jovem, portador da doença trissomia 21, absolutamente luminoso, com uma alegria contagiante, mas com um problema de dicção e  verbalização das palavras, pelo que os diálogos tiveram de ser cerzidos e adaptados à especificidade do Vasco. Este foi criando uma atmosfera massiva tal, que toda a gente ficou seduzida pela sua luz interior, rendendo-se inteiramente à sua humanidade. Normalmente, a âncora do realizador é o trabalho de atores, a fotografia e a música. Neste caso,  foi complicado, porque o ator se desconcentrava. Para o cineasta, abordar estes temas é uma forma de "iluminar e exibir a humana normalidade dos anormais, é confrontar os normais com a sua própria e íntima anormalidade, isto é, propor uma ponte de compreensão entre as duas margens".


O filme tem uma dedicatória a um amigo, Carlos Borges, já falecido. Tendo em conta que foi através da angústia que o realizador decidiu criar o filme, que nos remete para a questão "Como é que nós continuamos a viver quando desaparece a pessoa mais importante da nossa vida? Só há uma maneira: é reencontrando a alegria de viver." No filme, Vasco consegue levantar o moral do tio depressivo.
Em 5000 anos de história, a intolerância humana é a explicação para todo o mal, seja ela religiosa, nacional, rácica - ela é a origem de todas as guerras. Também no filme, e na vida em geral, a incapacidade para aceitar o outro é sempre muito difícil. Sempre que se exclui alguém, estamos a mandá-lo para "a outra margem", a marginalizá-lo. Mas, se nos questionarmos sobre nós próprios, sobre os nossos preconceitos, talvez consigamos ultrapassar as diferenças. 
A arte, como nos mostra o filme,  é a melhor companhia para uma viagem que todos temos de fazer. Embora não mude nada, pode ser, no entanto, uma mola para a mudança. No filme, é através da arte que o tio e o sobrinho encontram finalmente sentido para a vida.



Sessão “ Mobilidade com a Rede Europeia de Emprego – EURES. “

Nesta sessão, subordinada ao tema: “ Mobilidade com a Rede Europeia de Emprego – EURES. “ Oportunidades de voluntariado”, a Conselheira EURES, Nídia Figueiredo, aflorou as oportunidades de mobilidade/emprego na Europa, tendo sido apresentados os vários programas de apoio, bem como os diversos portais disponíveis para consulta de informações e aconselhamento à respetiva mobilidade. Salientou ainda a importância de adaptar o curriculum vitae ao país visado.


segunda-feira, 18 de março de 2019

CSI na BE/CRE - 2.ª edição

O detetive mais eficiente na sua pesquisa foi um aluno do 10.º CT1, que seguiu as pistas certas, as quais  o conduziram ao livro Crime no Expresso do Oriente, de Agatha Christie. Parabéns !

Entretanto, a 3.edição já está a decorrer. Quem se habilita? Temos prémios para ti.