sábado, 6 de outubro de 2018

Prémio Nobel da Literatura - José Saramago -1998

A expectativa que se cria no dia em que se conhece o laureado com um prémio Nobel é imensa.
Em 1998, com a atribuição do Nobel da Literatura a José Saramago, a história não foi diferente. No ano anterior, já o nome do português pairava no ar, juntamente com o de outros escritores nacionais.
A narrativa do dia 8 de outubro de 1998 fez-se não só através do anúncio pela Academia sueca, mas também pelas notícias  que foram escritas sobre o acontecimento. Para continuar a ler, clique aqui.

Escola Secundária de Peniche no Dia das Bandeiras Verdes 2018



Como a BE/CRE tem colaborado com várias iniciativas do Programa Eco-Escolas, apresentamos algumas fotografias do evento que teve lugar em Pombal, no dia 4 de outubro de 2018. 






sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Um golfinho-comum na Reserva da Biosfera das Berlengas - imagem Casa da Ciências - autor: Francisco Félix


A fotografia de um golfinho-comum reúne um bom potencial formativo, uma vez que o animal referenciado é bastante atrativo, nomeadamente para os mais jovens.
A imagem poderá ser usada para ilustrar a diversidade biológica marinha e também a diversidade de mamíferos. A caracterização dos cetáceos também pode ser efetuada com base neste recurso didático-pedagógico.
Em conjunto com outros elementos, a fotografia poderá servir de motivação para o estudo das relações bióticas nos ecossistemas marinhos.
Fotografia captada durante um passeio da Arméria - Movimento Ambientalista de Peniche, pelo arquipélago das Berlengas. Durante o trajeto entre porto de Peniche e o Arquipélago das Berlengas a embarcação cruzou-se com um grupo de golfinhos.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

                                         


Fontes
Video: http://ensina.rtp.pt/artigo/5-de-outubro-1910/
Imagens: http://restosdecoleccao.blogspot.com/2010/10/5-de-outubro-de-1910.html
Consultar: http://www.presidencia.pt/?idc=13&idi=38




SINOPSE

“Num Japão antigo o artesão Itaro e o oleiro Saburo vivem uma vizinhança inimiga que, em avanços e recuos, lhes muda as prioridades e, sobretudo, a capacidade de se manterem boa gente.
A inimizade, contudo, é coisa pequena diante da miséria comum e do destino.
Conscientes da exuberância da natureza e da falha da sorte, o homem que faz leques e o homem que faz taças medem a sensatez e, sobretudo, os modos incondicionais de amarem suas distintas mulheres.
Valter Hugo Mãe prossegue a sua poética ímpar. Uma humaníssima visão do mundo.”